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Top 10 agonizantes práticas religiosas

Há em torno de 21 grandes religiões no mundo, o Cristianismo sendo o mais populoso seguido por Islã, Hinduísmo, Religião Tradicional Chinesa e muitos outros. Cada religião possui seu próprio código de conduta e há vários rituais e práticas religiosas acreditadas, seguidas e pregadas.
Algumas destas práticas são bem vistas. Como assistir aos cultos em igreja todos os domingos que é um ritual muito popular que a maioria dos cristãos segue.
Mas há muitas práticas religiosas que são bastante desconhecidas. Estas podem ser dolorosas, cruéis e desumanas. Algumas práticas religiosas podem incluir sacrifício de animais vivos ou até de seus próprios filhos. E, infelizmente, há muitas delas. Nesta seleção estão as 10 agonizantes práticas religiosas.

10°

Cinzelar dos Dentes

cinzelar os dentes entre as mais agonizantes praticas religiosas
Este é um ritual que é praticada pela Tribo Mentawaian da Indonésia e é especificamente para mulheres. A tribo acredita que ao cinzelar ou afiar os dentes das jovens mulheres, elas se tornam mais atraentes e um equilíbrio se desenvolve entre o corpo e a alma.
A tribo acredita que por cinzelar os dentes das jovens mulheres, os espíritos ficarão satisfeitos e o equilíbrio chegará à vida da garota. Os elementos da prática de dor excruciante é feito sem qualquer anestésico.

Jogando Bebê

Arremesso de Bebe india entre as mais agonizantes praticas religiosas
No estado de Maharastra na Índia, jogar bebê de um templo é realizado como um ritual religioso que faz parecer uma situação horrível para muitos. Os bebês entre a idade de 1 e 2 anos são jogados de uma torre de altura de 50 pés.
Outros homens ficam abaixo da torre para pegar os bebês em lençóis. Este costume é mais praticado por hindus e muçulmanos, pois eles acreditam que ao jogar o bebê o tornará mais inteligente e sortudo. Veja vídeo onde ocorre o ritual.

Dança do Sol

danca do sol entre as mais agonizantes praticas religiosas
Dança do Sol é uma parte de muitos protocolos cerimoniais de culturas. Os nativos americanos, o povo das Primeiras Nações e muitas mais culturas contemporâneas, cada um entra nesta prática para oferecer auto-sacrifício, pois acreditam que isto prosperará a família do praticante e toda a comunidade.
A Dança do Sol é realizada de modo diferente por cada tribo, mas a oferta de carne é uma característica comum que toda tribo se propõe a fazer. Em uma cerimônia tradicional da Dança do Sol, os tambores são tocados, orações com tubos são feitas e jejum é realizado.
Mas a parte agonizante desta cerimônia é a oferta de pele. Os homens jovens que participam nisto têm o peito perfurado por espetos causando dor extrema, e devem retirar um pedaço da pele com uma corda amarrado ao espeto (foto).

Flagelação

Luto de Muharram entre as agonizantes praticas religiosas
A flagelação, a cerimônia devocional realizada por muitos grupos religiosos principalmente judaístas e islâmicos, é outro método de auto-flagelação. Na flagelação do Islã, as pessoas de boa vontade se satisfazem em ato de espancamento e chicotadas metódicos.
Isto é feito para lamentar os sofrimentos e martírio de Hussain e é possível ver muçulmanos xiitas se flagelando com facas, lâminas e correntes no dia de Moharram. Nesse vídeo pode-se ver a prática.

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Escarificação

escarificacao entre as mais agonizantes praticas religiosas

O ato de escarificação pode incluir riscar, gravar, queimar ou cortar a pele. Mas para uma tribo vivendo em Papua Nova Guiné, a escarificação é um ritual que todo garoto tem que se submeter para ser tratado como um homem. Os garotos jovens são obrigados a ser cortados nas costas, peito e nádegas para ficar semelhante a pele de um crocodilo.

Cerimônia Okipa

cerimonia okipa entre as mais agonizantes praticas religiosas
A Cerimônia Okipa é outra prática de tortura realizada para provar coragem física e buscar aprovação dos espíritos. A cerimônia interpretada por indianos Mandan se inicia com uma Dança Bison e continua por até 4 dias. Durante estes 4 dias, os jovens homens não são autorizados a comer, beber ou até dormir.
Eles são levados a pequenas cabanas onde os espetos de madeira são inseridos em seus peitos e ombros que perfuram sua pele. E durante este ato atormentado, eles devem se sentar com um rosto sorrindo.
Mais tarde, estes homens são pendurados no teto do alojamento até desmaiarem, e então são retirados. Finalmente, se eles despertarem, simboliza a aprovação dos espíritos.

Aghori

Aghori entre as mais agonizantes praticas religiosas
Acredita-se que prática de Aghori tenha origem na religião hindu. Os hindus são conhecidos por acreditar na mitologia que Brahma é o criador deste Universo e que não existe mal.
Os gurus Aghori eram conhecidos por morar próximos aos locais de cremação e besuntar as cinzas da cremação sobre si. Já testemunharam eles usando os ossos dos cadáveres e usando os crânios dos mesmos como taça e até comer aqueles cadáveres.

Sepultamentos do Céu

Sepultamentos do Ceu entre as mais agonizantes praticas religiosas
Os enterros do céu costumavam ser uma cerimônia do Tibete que era excludente e de ostentação. E foi uma prática funerária em que os corpos falecidos eram dissecados e espalhados no topo das montanhas para as aves levarem. Os tibetanos e também muitos mongóis costumavam acreditar que após a morte, o corpo é como um vaso vazio e não há necessidade de preservar ou armazenar o mesmo.

Circuncisão

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Esta é uma prática que é seguida principalmente no judaísmo e islamismo. O doloroso procedimento da circuncisão envolve a remoção do prepúcio do pênis, sem anestesia.
Na circuncisão feminina, a pele cobrindo o clitóris, ou o próprio clitóris é removido. No Islã acredita-se que o profeta Maomé nasceu sem o prepúcio e para simbolizar a inclusão deles com a comunidade, os devotos passam pela circuncisão.

Sokushinbutsu

Sokushinbutsu entre as mais agonizantes praticas religiosas
Tão complicado é o nome, igualmente abominável é esta tradição que foi um último ato de abnegação por monges budistas. A prática que é também conhecida como auto mumificação, foi proibida pelo governo japonês no final do século 19 e não é defendida atualmente por qualquer seita budista.
Para praticar auto mumificação, os monges tomariam uma dieta especial e fariam atividades físicas rigorosas por 3 anos para transformar seus corpos em uma estrutura de menos gordura. Então eles comeriam apenas cascas e raízes e beberiam um chá venenoso que causaria perda de líquidos excessiva e evitaria a decomposição do corpo após a morte.
Mais tarde os monges entravam em uma tumba de pedra que não tinha espaço para qualquer movimento. E anexado àquela tumba estava um tubo de ar e um sino, que era usado para indicar que o monge ainda está vivo. E o dia que o sino parasse de tocar, o tubo seria removido e o túmulo selado.

Postado por Adriano Lucas

Adriano Lucas, é fundador do Top10mais.org, tem 28 anos, mora em Cuiabá. Estudante do curso de Sistemas para Internet, esta sempre disposto a aprender e compartilhar em seus blogs, as diversas curiosidades existentes no mundo. Blogar é seu hobby desde 2009, mas tornou-se sua principal atividade a partir de 2011.

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5 Comentários

  1. Nossa quanta coisa horrível, apesar de muitas falhas que o Brasil tem , agradeço a Deus por ser brasileira !!!!!

  2. Nossa eu ein cada loco com as suas loucuras

  3. O 3 foi o único que achei razoável. Morreu, acabou. Pra que preservar o corpo pagando horrores em enterro.

  4. Esse último é sinistro, parece que saiu(melhor dizendo, foi incorporado) de um filme de ficção. 😮

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