Top 50 Funk Mais Tocados do Momento



spybat

Ouça as 50 musicas de funk mais tocadas em 95% das rádios do Brasil.

Monitorado por Spybat – Funk mais tocados entre 01 a 28 de fevereiro/2017.

  • TOP 50 FUNKOuvir todas
  • 1MC G15
    Deu onda – ► Ouvir
  • 2Nego do Borel (part Anitta e Safadão)
    Você partiu meu coração – ► Ouvir
  • 3Ludmilla
    Bom – ► Ouvir
  • 4DJ Dennis (Naldinho e Nego Bam)
    Malandramente – ► Ouvir
  • 5Nego do Borel
    Olha a explosão – ► Ouvir
  • 6MC Guimê
    Fato raro – ► Ouvir
  • 7Menor
    Você não vale nada – ► Ouvir
  • 8MC Ludmilla
    24 horas por dia – ► Ouvir
  • 9MC Ludmilla
    Hoje – ► Ouvir
  • 10Biel
    Química – ► Ouvir
  • 11DJ Dennis (part. Claudia Leitte)
    Eu gosto – ► Ouvir
  • 12Biel (part. Ludmilla)
    Melhor assim – ► Ouvir
  • 13Nego do Borel
    Não me deixe sozinho – ► Ouvir
  • 14Dennis DJ (part. Thiaguinho)
    Bonita – ► Ouvir
  • 15Delano
    Remexe mexe – ► Ouvir
  • 16Naldo Benny
    Me beija – ► Ouvir
  • 17MC Gui
    Sonhar –► Ouvir
  • 18MC Delano
    Devagarinho – ► Ouvir
  • 19MC Zaac & Jerry
    Bumbum granada – ► Ouvir
  • 20MC Ludmilla (part. MC Kapela)
    Te ensinei certim – ► Ouvir
  • 21MC Livinho
    Cheia de marra – ► Ouvir
  • 22Nego do Borel
    Pretinha vou te confessar – ► Ouvir
  • 23Lucas e Orelha
    Preta perfeita – ► Ouvir
  • 24MC Gui
    Vai Começar A Ousadia – ► Ouvir
  • 25Nego do Borel
    Hoje é dia de maldade – ► Ouvir
  • 26Lexa
    Posso ser – ► Ouvir
  • 27MC Kevinho
    Tumbalatum – ► Ouvir
  • 28MC Beijinho
    Me libera nega – ► Ouvir
  • 29Sapão
    Vou desafiar você – ► Ouvir
  • 30Pikeno e Menor
    Amiga parceira – ► Ouvir
  • 31MC Kekel
    Partiu – ► Ouvir
  • 32 MC Bin Laden (part Lucas Lucco)
    Tá tranquilo, tá favorável – ► Ouvir
  • 33Sapão
    Mídia – ► Ouvir
  • 34Dennis (part Marvin)
    Ela se joga – ► Ouvir
  • 35MC Vitão (part. DJ Dennis)nova!
    Olha o gás – ► Ouvir
  • 36Dennis DJ (part Ronaldinho Gaucho e Wesley Safadão)nova!
    Professor da malandragem – ► Ouvir
  • 37DJ Dennis (part. Neblina)
    Predileta – ► Ouvir
  • 38MC THD (part. Gui)
    Tchuk tchuk – ► Ouvir
  • 39MC Delano
    Na ponta ela fica – ► Ouvir
  • 40MC Duduzinho
    O mundo é nosso – ► Ouvir
  • 41Dennis (part Lucas Lucco)
    Se produz – ► Ouvir
  • 42MC Gui
    Segue o fluxo – ► Ouvir
  • 43Tati Zaqui
    Bumbum que balança – ► Ouvir
  • 44Pikeno e Menor
    Namoradeira –► Ouvir
  • 45MC Davi
    O verão está chegando – ► Ouvir
  • 46Dani Russonova!
    A melhor do baile – ► Ouvir
  • 47Nego do Borel
    Ela vai além – ► Ouvir
  • 48Valesca Popozuda
    Eu sou a diva que você quer copiar-► Ouvir
  • 49MC Livinho
    Tudo de bom – ► Ouvir
  • 50Dennis DJ (part MC TH)nova!
    Coração tá gelado – ► Ouvir
  • TOP 50 FUNKOuvir todas

Como o TOP 50 FUNK é feito?

O Top 50 Funk é uma das únicas paradas musicais voltada para o publico que aprecia o funk no Brasil. A parada é atualizado mensalmente conforme dados analíticos com base no numero de execuções de cada musica funk nas rádios do país. O ranking é monitorado pela Spybat, empresa que monitora por streaming através de um software que identifica e registra de modo online cada vez que uma musica é tocada. Esse serviço funciona 24 horas por dia e 7 dias por semana. É o sistema mais preciso de aferição, pois refletem números reais e não somente amostragem.

Postado por Adriano Lucas

Adriano Lucas, é fundador do Top10mais.org, tem 28 anos, mora em Cuiabá. Estudante do curso de Sistemas para Internet, esta sempre disposto a aprender e compartilhar em seus blogs, as diversas curiosidades existentes no mundo. Blogar é seu hobby desde 2009, mas tornou-se sua principal atividade a partir de 2011.

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22 Comentários

  1. O Funk ate ano 2000 ate que descia , tinha alguma letra e algumas variaçoes de batida , parecia musica . Hoje é simplesmente horrivel , uma batida repetitiva e nojenta sem criaçao , todos pegam a mesma batida e tentam colocar uma “letra” em cima . Tomara que isto mude logo , quando adolescente curtia muito Cashbox e Furacao2000 , mas hoje em dia nao tenho ouvido ” estomago” para ouvir .

  2. Gostaria de saber como faço pra baixar por favor…. adorei… gostaria de gravar para escutar em minha proxima viagem agora dia 10/03/2017 meu aniversario… obrigada

  3. funk virou musica

  4. A História do Funk Carioca

    O funk carioca se caracteriza gênero musical com origem de favelas do Rio de Janeiro, estado brasileiro. Mesmo com o nome, difere do funk com origem nos Estados Unidos. Isto aconteceu partindo da década de 1970, se iniciou a realização de bailes da pesada, shaft, soul, Black ou funk no Rio de Janeiro.
    Através do passar do tempo, os DJs seguiram a buscar mais ritmos de música negra, porém a denominação original se manteve. O funk carioca possui influência diretamente do freestyle e miami bass.
    O nome “baile funk” é utilizado para referência com festas em que é ouvido o funk carioca. Mesmo com a denominação, o funk carioca surgiu e é presente no estado do Rio de Janeiro inteiro, e não apenas no Rio de Janeiro cidade.
    O funk carioca de modo básico associado com público jovem se transformou em um dos grandes fenômenos de massa brasileiros. Nos anos 1980, Hermano Vianna, antropólogo, foi o cientista social pioneiro a tratá-lo de objeto de estudo, na dissertação dele de mestrado, que originaria o livro O Mundo Funk Carioca, 1988.

    Origem do Funk

    Funk na Década de 1970

    Os denominados bailes funk originaram no começo dos anos 1970, na ocasião do surgimento dos citados bailes da pesada, com realização em Canecão por DJs Big Boy e Ademir Lemos, com predominância em tais bailes de ritmos funk e soul.
    Através da passagem do tempo, aparecem mais bailes, denominados black ou shaft, denominação com inspiração em filme Shaft de 1971, um blaxploitation, termo conferido para filmes direcionados para comunidade afro-americana, com Richard Roundtree, e a trilha sonora era de funk e soul, com composição de Isaac Hayes.
    No ano 1973, aparece a equipe de som Furacão 2000, mais equipes aparecem em tal fase, sendo exemplo Soul Grand Prix e Black Power. No ano 1976, Black Rio – O orgulho (importado) de ser negro no Brasil de Lena Frias, artigo com publicação em Jornal do Brasil, teve serventia ao batizado do movimento de Black Rio, e que foi utilizado para nomear uma banda.
    Nos meados da década, os bailes funk tiveram a popularidade um pouco reduzida devido ao aparecimento da disco music, ou seja, a versão pop do funk e soul, especialmente depois que foi lançado o filme Os Embalos de Sábado à Noite de 1977, com John Travolta e trilha sonora de Bee Gees.
    Naquele momento, Fernando Luís Mattos da Matta ainda adolescente, mostrou interesse por discotecagem quando ouviu “Cidade Disco Club”, programa pela Rádio Cidade do Rio de Janeiro, 102,9 FM, e anos posteriormente, Fernando adotava apelido como DJ Marlboro, e ficaria popular a rádio de “rádio rock” carioca.

    Funk na Década de 1980

    Partindo dos anos 1980, os bailes funk do Rio de Janeiro iniciaram a ter influência pelos ritmos novos, sendo exemplo Miami bass, que apresentava canções mais erotizadas e batidas mais velozes. Aproximadamente em 1986, Hermano Vianna, sociólogo dá ao DJ Marlboro a bateria eletrônica de modelo Boss Doctor Rhythm DR-110.
    As iniciais gravações do funk carioca se caracterizavam versões deste estilo musical. Ainda em tal década aparecem os bailes charme, com criação por Corello DJ e que executavam músicas românticas do R&B contemporâneo, um exemplo é o new jack swing.
    Segundo Marlboro, a influência de destaque para aparecimento do funk carioca se resumiu o single Planet Rock atribuído a Afrika Bambaataa e Soulsonic Force, com lançamento no ano 1982, mesclando funk do James Brown e estilo eletrônico de Kraftwerk, grupo da Alemanha, a música recebeu caracterização pela época de funk e atualmente tem reconhecimento como um dos iniciais singles do electro.
    E Bambaataa ainda recebe reconhecimento como um dos precursores em relação ao hip hop e por associação cultura Zulu Nation. As rádios iniciaram a fazer dedicação de espaço na própria grade horária aos sucessos produzidos em ritmo funk.
    Um dos mais populares se caracterizou a regravação da música de Raul Seixas, “Rock das Aranhas”. Com a mesma, se juntaram mais paródias de gravações dos artistas de latin freestyle, tendo função de inspiração ao funk melody, sendo exemplo Corell DJ, Stevie B, entre mais MCs.
    E um dos raps que fizeram marca no período de maior politização em funk carioca se resumiu “Feira de Acari”, que tratava de “Robauto”, a feira de peças de carro roubadas com realização em bairro de Acari.
    No decorrer do processo de nacionalização do funk, os até então bailes feitos em clubes dos bairros suburbanos da cidade Rio de Janeiro, tiveram expansão a céu aberto, em ruas, lugar em que as equipes rivais se confrontavam em disputa para o que possuía aparelhagem de maior potência, o melhor DJ e também o grupo mais fiel.
    Neste ambiente, apareceu o DJ Marlboro, sendo um dos muitos protagonistas em relação ao movimento funk. No decorrer do tempo, o funk recebeu enorme apelo entre pessoas moradoras das comunidades carentes, já que as canções falavam do cotidiano de quem freqüentava, com abordagem da violência e pobreza em relação às favelas.

    Funk na Década de 1990

    Através do maior número de raps e melôs com gravação em língua portuguesa, mesmo que quase toda vez fazer o uso da batida do miami bass, o funk carioca iniciou os anos 1990 gerando a própria identidade. As letras fazem reflexo do cotidiano de comunidades ou exaltam as mesmas.
    Como resultado, o ritmo se encontrou cada vez de maior popularidade e bailes multiplicavam-se. Simultaneamente, o funk iniciou a se caracterizar alvo do preconceito e ataques da sociedade.
    Não apenas por ter se feito popular entre camadas mais humildes em relação à sociedade, porém também devido a ter ocorrido nos muitos destes bailes os denominados “corredores”, situação em que 2 grupos rivais, com denominação “lado A e lado B”, entrarem em enfrentamento, com resultado por vezes nas mortes.
    Assim, passou a existir ameaça constante de proibir os bailes. Isto criou o aparecimento das músicas funk que faziam pedido da paz entre grupos de rivalidade, sendo exemplo a canção “Som de preto”.
    Em meio a tal situação, apareceu vertente nova no funk carioca, o melody, apresentando canções mais melódicas e temas com maior romantismo, com seguimento mais fiel da linha de música de freestyle americano e atingindo sucesso no país. São destaques desta fase inicial, Copacabana Beat, Latino, MC Marcinho, e mais.
    Partindo do ano 1995, o estilo rap até então tocado somente em determinadas rádios passa a ser executado inclusive em certas emissoras AM. O que aparentava se caracterizar modismo “desceu os morros”, alcançando regiões nobres cariocas.
    Furacão 2000, programa com inspiração em programa Soul Train, americano, em Central Nacional de Televisão, era sucesso, oferecendo destaques do funk, e não sendo exibido mais somente no Rio de Janeiro, recebendo edição nacional. E vários artistas passaram a fazer apresentação no Xuxa Park, programa apresentado pela Xuxa.
    E artistas, sendo exemplo Claudinho & Buchecha, e mais, se transformaram em referência nesta fase áurea, sem contar equipes de som, sendo Cashbox exemplo, Pipo’s, outras. A Rádio Imprensa desempenhou papel de importância em tal processo, com abertura de espaço aos programas dessas equipes e de muitas outras.
    E determinados gritos de guerra e bordões com criação em bailes se tornavam sucesso, um a citar é “Uh, tererê”, e “Ah, eu tô maluco”. No ano 1997, o Mestre Jorjão, da bateria da Viradouro fez introdução da “paradinha funk” em desfile carnavalesco. E paralelo a isto, mais uma corrente de funk conquistava espaço com populações carentes, “proibidão”.
    Geralmente apresentando temas com vínculo ao tráfico de drogas, os raps se caracterizavam, várias vezes, exaltações para organizações criminosas locais e provocações direcionadas aos grupos de rivalidade, os “alemães”, uma gíria ainda utilizada para denominação de grupos rivais no interior de bailes funk.
    Pelo fim da década, além das variantes indicadas, apareceram canções de conotação erótica. Tal temática, compostas pelas canções de letras de sensualidade, algumas vezes vulgares, que iniciou no fim da década, recebeu força e apresentaria principal momento no decorrer da década 2000.

    Funk Década de 2000

    O funk foi capaz de mascarar o próprio ritmo se mostrando mais semelhante ao rap americano e com maior integração para outras classes sociais.
    A própria batida em repetição, chamada de “pancadão” ou “tamborzão” tem inspiração nas batidas de freestyle, miami bass, rap americano das músicas, sendo exemplo Light Years Away de Warp 9, grupo de hip hop, popular de “Melô da Macumba”.
    E “Don’t Stop the Rock” de Freestyle, popular de “Melô da explosão”, de DJ Battery Brain, “808 Volt Mix”, e fusões de rítmicas do soul, funk, samba, e rap do grupo percussionista Funk’n’Lata, com criação de Ivo Meirelles da bateria oriunda de Estação Primeira de Mangueira.
    Isto fez contribuição para que mais indivíduos virassem adeptos, e assim induzindo que o estilo alcançasse o movimento de aproximadamente 10.000.000 reais mensais no Rio de Janeiro, estado, entre 2007 e 2008.
    E determinadas letras de erotismo e do duplo sentido, geralmente com desvalorização do gênero feminino, ainda mostravam não originalidade, copiando samples de mais estilos.
    No ano 2000 teve criação uma lei para regulamentação de bailes funk, e também em 2000, a banda DeFalla, rock gaúcho, apresenta o sucesso no estilo através do hit Popozuda Rock’n Roll de Miami Rock, álbum, e percebendo o sucesso do estilo, Som Livre, gravadora, faz lançamento da coletânea Explosão Tekno Funk.
    E no ano 2001, É o Tchan!, grupo de pagode da Bahia, tendo queda em vendas no ano, gravou o álbum com dedicação para o estilo, e As Meninas, o grupo gravou uma versão cover do Um Tapinha Não Dói, de modo curioso, a música de Xibom Bombom, grupo, se tornou inspiração para hit O Rap do Sufocador, Mister Catra.
    O funk conquistou espaço exteriormente ao Rio de Janeiro e recebeu reconhecimento fora do país, na situação de ser eleito como uma das sensações gigantes do verão da Europa do ano 2005. E se caracterizou base ao sucesso de M.I.A, cantora inglesa, “Bucky Done Gun”, com produção por Diplo, que ainda excursionou pelo estilo.
    E a cantora Tati Quebra-Barraco se caracteriza um dos destaques deste momento, que se transformou, por meio de letras das suas canções, símbolo feminino que faz demonstração de resistência em relação à dominação do homem. No mês julho de 2007, apareceu o primeiro grupo de funk angolano, na Angola, “Os Besta-Fera”.
    No ano 2008, MC Leonardo, o Leonardo Mota, fundava a Associação dos Profissionais e Amigos do Funk, Apafunk. Ele começou a carreira nos anos 1990, com Júnior, seu irmão, e ambos foram responsáveis por Rap das Armas, caracterizando sucesso.
    E em idêntico ano, Chico Alencar, deputado federal faz apresentação do projeto de lei declarando o estilo “forma de manifestação cultural popular”. Em setembro do ano 2009, foi aprovado pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro o projeto de Marcelo Freixo e Wagner Montes, deputados, definindo o funk de “movimento cultural e musical de caráter popular do Rio de Janeiro”.

    Funk na Década de 2010

    No ano 2011, teve realização a “Batalha dos Passinhos”, o concurso com promoção do ritmo de dança gerado em bailes e com inspiração nos passos de mais estilos da música, sendo exemplo jazz, frevo, ballet clássico e hip hop.
    Em idêntico ano, a primeira “Rio Parada Funk” aconteceu. No ano 2012, tal estilo de dança ganhava páginas policiais, depois do dançarino Gualter Damasceno Rocha, aos 22 anos, ter sido assassinado. Gualter sumiu pela noite do réveillon, e depois de 7 dias, o corpo foi reconhecido pelo irmão por meio das fotos.
    E também no ano 2012, mais um artista conquista sucesso no país através do funk melody, Naldo Benny, cantor anteriormente popular como MC Naldo, denominação que utilizava na dupla com Lula, irmão morto no ano 2008.
    E teve lançamento ainda o musical Funk Brasil – 40 anos de baile, com base em livro Batidão – Uma História de Funk, de Silvio Essinger, jornalista. O estilo segue ganhando cada vez mais lugar pelo carnaval do Rio de Janeiro, sendo assumido pelos grupos de bate-bola, e o aparecimento do Bloco Apafunk.
    E artistas, sendo exemplo Ludmilla, e MC Delano usaram o cavaquinho em determinadas músicas, instrumento com presença nos estilos como choro, samba e pagode. Sem dúvida o funk é um estilo musical notório brasileiro e que faz sucesso atual no país inteiro, e são inúmeras as vertentes e os artistas de destaque e aqueles a surgir com o decorrer dos anos.

  5. Nd a ver tem funks pesadoes bem melhores,esses dae são sem graça

  6. Adoro funk 😊

  7. Danielle Silvestre de paula

    Amo funk bum bum Granada e cheia de marra.do mc li vinho e tudo muito bom e tudo de bom claro.

  8. wellington santana guimaraes

    muito bom e nois ki ta

  9. Wellington Santana Guimarães

    Salve salve cachorreiras cadê a música do MC mega tom cantor e compositor da música o CUco essa é boa

  10. nenhuma do livinho ? 1 video dele tem mais visualizaçaos que dois primeiros junto

  11. a melhor daí e a bumbum granada e malamdramente

  12. cade malandramente e bumbum granada

  13. Eu ouço mais a musica vou desafiar voce

  14. eu amo funk sou apaixonada sou funkeira com orgulho amooo usar tudo curto colado e decotado deixa os minos pirados com tesão kkk

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